Governadores do Nordeste firmam acordo por Consórcio regional

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São Luís virou a sede do 2º encontro do Fórum dos Governadores do Nordeste 2019. Recebidos pelo governador Flávio Dino, na última quinta-feira (14) os governadores assinam o Consórcio Nordeste, um bloco de cooperação entre os nove estados da região em diversas áreas.


O Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável do Nordeste, conhecido como Consórcio Nordeste, tem por objetivo firmar parcerias de compras compartilhadas entre os estados da região. A medida deve reduzir gastos com produtos e serviços.


Anfitrião, Dino explica que todos os estados precisam comprar viaturas policiais, por exemplo. Com a formação do consórcio, em vez de cada unidade da federação contratar separadamente, os noves estados se juntam e passam a ter mais condições de obter preços melhores.


É um encontro histórico com a formação desse consórcio dos estados do Nordeste. Obteremos vantagens e benefícios, entre eles o apoio pessoal e técnico, com grandes economias nas licitações porque o consórcio poderá fazer registro de preço de grandes compras de medicamentos e outros produtos, reduzindo os custos para cada estado”, disse o governador da Bahia, Rui Costa (PT). 


Além de Rui Costa (PT-BA), Paulo Câmara (PSB-PE) e Fátima Bezerra (PT-RN), também marcam presença Wellington Dias (PT-PI), Camilo Santana (PT-CE), João Azevedo (PSB-PB) e Belivaldo Chagas (PSC-SE). O vice-governador de Alagoas, Luciano Barbosa (MDB), representa o chefe do Executivo do Estado, Renan Filho, também emedebista.


Com o consórcio, a expectativa é de que poderão ser feitas, por exemplo, compras compartilhadas entre os Estados. Isso reduz, em tese, os custos dos produtos e dos serviços. As alianças entre os estados poderão acontecer nos âmbitos de desenvolvimento econômico e social, infraestrutura, tecnologia, segurança pública, administração prisional, meio ambiente, entre outras áreas. 


O Consórcio facilitará também que seja cedido a outros estados viaturas ou mesmo policiais de forma temporária. Além disso, os nove estados terão mais força para apresentar ao mercado internacional a oferta de seus produtos.


O peso político também é observado na iniciativa. Um estado hoje tem menos poder de influência nas grandes questões brasileiras. Com o Consórcio, o bloco acredita que terá maior peso em decisões que são tomadas em Brasília.


om o consórcio, a expectativa é de que poderão ser feitas, por exemplo, compras compartilhadas entre os Estados. Isso reduz, em tese, os custos dos produtos e dos serviços. As alianças entre os estados poderão acontecer nos âmbitos de desenvolvimento econômico e social, infraestrutura, tecnologia, segurança pública, administração prisional, meio ambiente, entre outras áreas.