Em meio a crise Pedro Parente autoriza o aumento no preço da gasolina

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Em meio a uma crise sem precedentes, Pedro Parente volta a aumentar o preço da gasolina; a partir de amanhã (31), o preço nas refinarias subirá 0,74% e passará a ser de R$ 1,9671 por litro; em maio, o preço do combustível nas refinarias da Petrobras acumula alta de 9,42%; a decisão de subir o preço soa como uma afronta ao país.


Já o litro do óleo diesel segue congelado em R$ 2,1016, conforme anteriormente anunciado devido ao acordo da estatal com o governo brasileiro em decorrência da greve de caminhoneiros.


O reajuste do preço acontece durante a alta do dólar. Na últma 3ª feira (29.mai), a moeda subiu 0,25%, cotado a R$ 3,737.


Desde julho de 2017, a Petrobras reajusta os valores de acordo com as cotações de câmbio e do barril do petróleo no mercado internacional, o que pode variar diariamente.


O aumento acontece no mesmo dia em que os petroleiros iniciam paralisação de 72 horas. Um dos pleitos dos trabalhadores é a redução do preço da gasolina.


Mais fraco do que Pedro Parente, que foi indicado por FHC para entregar as reservas do pré-sal e as refinarias da Petrobras, Michel Temer divulgou nota para informar que mantém a política de preços da estatal, a causa de todo o caos no País; no entanto, refinarias estão paradas em todo o País e podem provocar a queda do golpe.


No mesmo dia em que Pedro Parente desafia o País e aumenta novamente o preço da gasolina, e que os petroleiros paralisam atividades em todo o País, o governo de Michel Temer anunciou nesta quarta-feira, 30, que irá manter a política de reajustes de preços na Petrobras.


“As medidas anunciadas pelo governo para garantir a previsibilidade do preço do óleo diesel, que teve seu valor reduzido ao consumidor, preservaram, como continuaremos a preservar, a política de preços da Petrobras”, disse o Planalto.