Em 20 de julho de 1934 falecia o Padre Cícero Romão Batista

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Juazeiro do Norte vive a primeira romaria do Ciclo de Romarias, que começa em julho, com a festa em memória da morte do Padre Cícero Romão Batista, e vai até fevereiro, com a romaria de Candeias. Já é notório no município os milhares de romeiros, turistas e devotos do Patriarca do Juazeiro.

Padre Cícero foi fundamental para o que Juazeiro do Norte é hoje. Ele foi padre, político e professor, ensinou ao povo a importância de trabalhar e orar, e que um sem o outro, de nada vale. Deixou preceitos ecológicos visionários, que se seguidos a risca, salvariam a natureza.

Ele participou do fenômeno conhecido como o “milagre de Juazeiro”, que mudou a história da cidade. Quando em seis de março de 1889, a hóstia entregue a beata Maria de Araújo se transformou em sangue. O fato colocou a então pequena cidade no mapa. Foi a partir disto que iniciaram as romarias e Juazeiro se tornou o que é hoje. O fato custou as ordens sacras do Padre, que mesmo deixado de lado pela Igreja Católica Apostólica Romana, nunca se voltou contra ela, e foi fiel a suas promessas de missão.

Padre Cícero deixou um legado que inspirou e inspira gerações, que alimenta a fé dos juazeirenses, nordestinos e brasileiros e que até hoje reuni milhares de pessoas na terra santa do sertão, através das romarias. Padre Cícero faleceu aos 90 anos, em 20 de julho de 1934, mas foi eternizado através da fé do povo. Seu corpo foi sepultado na Capela de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, onde tradicionalmente, a cada dia 20 do mês, é celebrada uma missão em alusão ao falecimento do conselheiro do sertão.

Fonte: Site Badalo

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