Crato enaltece o Bicentenário da Confederação do Equador com arte, memória e resistência

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O Crato vem celebrando o Bicentenário da Confederação do Equador com uma programação especial que teve início no último dia 1º e segue até o dia 11 de maio. A iniciativa, promovida pela Prefeitura do Crato por meio da Secretaria Municipal de Cultura, destaca a participação histórica do município na Revolução Pernambucana de 1817. As atividades fazem parte das comemorações realizadas pela Fundação Sintaf de Ensino, Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico, Científico e Cultural, em parceria com a Casa Civil do Governo do Estado do Ceará, a Assembleia Legislativa do Estado do Ceará, o Sindicato dos Servidores Fazendários do Ceará e o Instituto do Ceará (Histórico, Geográfico e Antropológico).

O destaque da programação é a homenagem à Bárbara de Alencar, reconhecida como a primeira presa política do Brasil e símbolo da luta pela liberdade no Nordeste. As ações valorizam a cultura e a memória histórica do povo cearense, por meio de exposições, espetáculos teatrais, lançamentos de livros e conferências.

No dia 1º de maio, foram abertas ao público as exposições “Duzentos anos da Confederação do Equador – Um tributo a Bárbara de Alencar”, organizada pela Fundação Sintaf, e “Dona Bárbara – Como eu vejo”, produzida por estudantes da Rede Pública do Crato. Ambas seguem em exibição na Galeria do Centro Cultural do Araripe – RFFSA até o dia 11 de maio.

Já no dia 2 de maio, a Biblioteca Pública do Crato recebeu o lançamento do livro “Sertão Confederado”, de Mailson Furtado, e a inauguração da Estante Bárbara de Alencar. O Largo da RFFSA também sediou a Feira Gastronômica Cariri Criativo – “Banquete da Liberdade”, que movimentou o espaço com sabores regionais.

No dia 3 de maio, o público prestigiou o espetáculo teatral “Sertão Confederado”, apresentado pelo Grupo Criar de Teatro, de Fortaleza, no Sesc Crato.

A programação segue com destaque para o dia 9 de maio, quando acontece o lançamento do livro “Nordeste Insurgente”, de Raimundinha Feitoza, e a conferência “Crato (1817-1824) – Esperança da Independência e República do Brasil”, ministrada pelo professor doutor Virgílio Arraes, da Universidade de Brasília (UnB), no Instituto Cultural do Cariri.

As duas exposições seguem abertas à visitação na Galeria do Centro Cultural do Araripe -RFFSA até o encerramento da programação. Próximo dia 11.

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