Assassinato de Marielle e Anderson completa um ano

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Quem mandou matar Marielle? A pergunta segue sem resposta, um ano após a execução da vereadora Marielle Franco (PSOL) e o motorista Anderson Gomes em 14 de março de 2018, no Rio de Janeiro.  Apesar da prisão do policial reformado Ronnie Lessa e do ex-policial militar Elcio Vieira de Queiroz no último dia 12, o mandante do crime ainda é desconhecido.


Para cobrar respostas sobre o caso e justiça para milhares de crimes que ocorrem nas periferias, principalmente contra negros e pobres, serão realizados atos políticos em diversos países. Referência na defesa dos direitos dessa população, Marielle se definia nas redes sociais como “Mulher negra, cria da Maré e defensora dos Direitos Humanos”.


Dezenas de capitais brasileiras já realizaram manifestações ao longo da semana. Em São Paulo, o ato “Justiça para Marielle – vidas negras e periféricas importam” acontece nessa quinta-feira (14) e começa às 17h na Praça Oswaldo Cruz. Está prevista uma aula pública sobre o legado de Marielle conduzida por Jupiara Castro do Núcleo de Consciência Negra e da deputada estadual Erica Malunguinho (PSOL). 


Os artistas confirmados para o ato da capital paulista são o grupo Clarianas, Sarau das Pretas, Coletivo Negro, Cabaré Feminista, Bloco do Fuá e Luana Hansen. A caminhada até o prédio da Presidência na Avenida Paulista deverá ser conduzida pelo grupo Ilú Obá de Min.


Em Fortaleza, uma manifestação ocorrerá às 17 horas, na Praça da Gentilândia com o nome “Ato Cultural Marielle Semente”.

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